Os empreendimentos que estão na carteira dos principais fundos imobiliários
Shoppings Centers, grandes edifícios comerciais, galpões industriais e
hospitais são alguns dos empreendimentos que fazem parte dos fundos
Por Diego Lazzaris Borges |10h25 | 11-09-2012
SÃO PAULO – Shoppings Centers, grandes edifícios comerciais, galpões
industriais, hospitais, entre muitos outros. Uma das principais
vantagens dos fundos imobiliários é que eles permitem uma exposição a
imóveis de alta qualidade, com inquinos de padrão elevado, por um valor
muito mais acessível do que seria a compra direta do bem.
Mas antes de adquirir as cotas de um fundo imobiliário, é importante
saber onde ele investe e se possui um portfólio diversificado, com
vários imóveis, ou se depende apenas da locação de um único
empreendimento, o que pode aumentar os riscos do investimento.
Fachada do shopping Pátio Higienópolis
Um levantamento feito pelos analistas da XP Investimentos mostra onde
investem os principais fundos imobiliários negociados na
BM&FBovespa.
Confira:
AESAPAR FII
O fundo tem por objetivo primordial a
realização de investimentos imobiliários de longo prazo para seu
locatário Anhanguera Educacional. Os contratos de aluguel são atípicos e
o fundo recebe remuneração mensal a título de “prêmio de locação”,
garantido pela Anhanguera Educacional.
A partir do capital levantado pelo fundo, será construído um Campus
estudantil na cidade de Campinas com capacidade para 7.648 alunos e,
posteriormente um Campus estudantil na cidade de Cuiabá com capacidade
para 5.500 alunos, totalizando 121.435,16 m² de área total e 31.472,97
em área construída.
FII ANHANGUERA EDUCACIONAL
O objetivo do FII
Anhanguera Educacional é adquirir terrenos, imóveis comerciais ou de
direitos reais a eles relativos, para o desenvolvimento, ampliação e
exploração destes mediante locação para o Grupo Anhanguera Educacional,
instituição de ensino que firmará com o fundo contratos de locação de
longo prazo e/ou arrendamento dos bens imóveis adquiridos.
Até abril de 2012, o fundo detinha 100% de três imóveis adquiridos e
locados para a Anhanguera Educacional S.A, por meio de operação Sale
& Lease Back ( venda e retroarrendamento), localizados nos
municípios de Taboão da Serra, Leme e Valinhos, todos localizados no
estado de São Paulo. Os dois primeiros empreendimentos são campus
universitários com mais de 10 cursos de graduação presenciais cada e
também centros de educação a distância, já o empreendimento em Valinhos
abriga a sede administrativa da Anhanguera e a presidência do grupo.
BB FII PROGRESSIVO
O BB Progressivo, administrado
pela Caixa Econômica Federal - CEF tem atualmente em seu patrimônio
dois empreendimentos locados ao próprio Banco do Brasil: um edifício em
Brasília, conhecido como “Edifício Sede I”, e um bloco de edifícios
administrativos interligados, na cidade do Rio de Janeiro, no bairro do
Andaraí.
O BB Progressivo distribui rendimentos a seus cotistas mensalmente. O
valor distribuído é bastante linear durante o ano, já que é resultado
do valor recebido pela locação dos imóveis ao BB, reajustáveis
anualmente pelo IGPM, deduzindo-se as despesas de funcionamento e
administração do Fundo, além das eventuais despesas que competem ao
Fundo em função da necessidade de reparos e/ou modernização dos
empreendimentos (elevadores, por exemplo).
BB RENDA CORPORATIVA FII
O BB Renda corporativa
tem por objeto a realização de investimentos imobiliários de longo
prazo por meio da aquisição e eventual adaptação de imóveis para a
posterior locação ao Banco do Brasil, mediante a celebração de contratos
de locação atípicos, beneficiando-se de eventuais valorizações
ocorridas nos imóveis e, principalmente, da obtenção de renda advinda
dos contratos de locação com o Banco do Brasil.
Ao fim de maio de 2012, o fundo havia adquirido 11 imóveis na cidade
de São Paulo, 1 em Campinas, 1 em Santo André, 1 em São Bernardo do
Campo e 1 em Osasco. Existem outros 4 imóveis em due diligence jurídica e
outros 4 em uma fase de negociação de valores. O objetivo é adquirir 21
imóveis.
BB RENDA DE PAPÉIS FII
O fundo tem prazo
determinado de 10 anos, a contar da data de subscrição inicial, em Julho
de 2012, e tem por objetivo investir em Ativos-Alvo que sejam vendidos
por outros Fundos geridos e administrador pelo Administrador, a
Votorantim Asset.
A composição da carteira do Fundo poderá se dar por meio de CRI, LCI,
LH, Cotas de Fundos de Investimento e Títulos do Tesouro Nacional.
FII BB VOTARANTIM JHSF CIDADE JARDIM CONTINETALTOWER
O
objetivo do fundo é gerar renda mensal aos cotistas por meio de locação
das lajes corporativas do edifício comercial Continental Tower, que faz
parte do empreendimento Cidade Jardim Corporate Center, localizado no
complexo Parque Cidade Jardim.
O fundo investiu seu patrimônio na compra de até 13 andares do
empreendimento Continental Tower e os cotistas obterão renda a partir da
locação destas lajes corporativas de propriedade do fundo. A entrega do
imóvel está prevista para junho de 2012, enquanto isso o cotista é
remunerado em 0,80% a.m. líquido, conforme contrato entre a JHSF
Incorporações e o Fundo.
BC FUNDO DE FII
BC Fundo de Fundos de
Investimentos Imobiliários tem por objetivo primordial a aquisição de
cotas de outros Fundos de Investimento Imobiliário, Certificados de
Recebíveis Imobiliários ("CRI"), Letras Hipotecárias ("LH"), Letras de
Crédito ("LCI"), ações ou cotas de sociedades cujo único propósito se
enquadre entre as atividades permitidas aos Fundos de Investimentos
Imobiliários, e imóveis comerciais prontos ou em construção.
A carteira do Fundo em 15 de março de 2012 era composta por Cotas de
13 FIIs (57%), 15 CRIs (38%) e ativos de Renda Fixa (5%). O Fundo
distribui rendimentos mensalmente, provenientes da composição de sua
carteira e do ganho de capital com a venda de ativos integrantes do
portfólio.
FII BM CENESP
O BM Cenesp captou recursos para
adquirir 23,8% do empreendimento denominado Centro Empresarial São Paulo
(CENESP), localizado na Rua Maria Coelho de Aguiar, nº 215, São Paulo. A
fração detida pelo Fundo tem 21 locatários e apresenta 100% de locação.
O Centro Empresarial São Paulo está localizado em uma região com alta
concentração de escritórios, foi o primeiro complexo no Brasil
construído com o conceito de "Intelligent Building", reunindo companhias
em torno de serviços comuns e shopping center. O empreendimento
despontou no mercado imobiliário, não apenas pela modernidade das
instalações físicas, mas principalmente pelas inovações tecnológicas que
ofereceu.
FII BM CYRELA THERA CORPORATE
O fundo de
investimento BM Cyrela Thera Corporate detém cinco andares do Edifício
Thera Corporate, localizado na Avenida Luis Carlos Berrini, 105, em São
Paulo. Desenvolvido pela Cyrela, o empreendimento terá 15 pavimentos com
lajes de grande porte, heliponto e quatro subsolos. O projeto foi
classificado como Triple A e recebeu a certificação LEED®, conferida
pelo U.S. Green Building Council.
O Empreendimento está previsto para ser concluído em agosto de 2014. A
Cyrela garantirá ao Fundo uma renda mensal locatícia, líquida das
despesas ordinárias do Fundo, de 9% a.a. ou 0,75% a.m., calculada sobre o
valor das cotas integralizadas. A construtora garantirá esta
rentabilidade mínima a partir da data do pagamento do preço de aquisição
do imóvel-alvo do Fundo até 12 meses após a obtenção do habite-se.
FII BRAZILIAN CAPITAL REAL ESTATE FUND I
O fundo
Imobiliário Brazilian Capital Real Estate Fund I, ou BC FUND, é um fundo
que inaugurou uma nova fase no mercado de fundos imobiliários no
Brasil. Dono do maior patrimônio dentre todos os fundos negociados na
BM&FBOVESPA, ele é proprietário de importantes edifícios comerciais
nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Campinas.
O modelo de gestão deste fundo, realizada pela BRAZILIAN CAPITAL, se
assemelha aos dos REITS americanos, pois tem gestão ativa e política de
distribuição de resultados direcionada a possibilitar reinvestimentos.
Dentre seus imóveis, destacam-se: Eldorado Business Tower em São Paulo
(56,5% do edifício), Torre Almirante no Rio de Janeiro (60% do edifício)
e Brazilian Finance Center em São Paulo (60% do edifício)
FII CAIXA CEDAE
O fundo de Investimento
Imobiliário CAIXA CEDAE captou recursos de investidores para viabilizar a
construção do imóvel, localizado na Av. Pres. Vargas, na cidade do Rio
de Janeiro, que sediará a Companhia Estadual de Águas e Esgotos – CEDAE.
Apesar de o imóvel estar em construção, o contrato de locação já está
em vigor e o Fundo já distribui rendimento mensal aos seus cotistas.
FII CAIXA TRX LOGÍSTICA RENDA
O Fundo até o final
de maio de 2012 era proprietário de aproximadamente 20.000 m² de área
construída e quase 85.000 m² de terreno, 100% locados. Dentre os
locatários estão o Grupo Schahin, atuante nos setores de Engenharia,
Desenvolvimento Industrial, Telecomunicações, Petróleo, Gás e Energia e
cujo imóvel está localizado no município de Macaé. A empresa de gestão e
higienização de têxteis Atmosfera com imóvel localizado em Duque de
Caxias – RGS e a empresa Ferla, maior produtora de aveia no mercado
brasileira e com imóvel localizado em Itapevi- SP.
Durante o período em que os imóveis não estavam integralmente
quitados, os recursos do Fundo estarão aplicados em operações
compromissadas de títulos públicos.
FII CAMPUS FARIA LIMA
O fundo é proprietário do
imóvel locado à INSPER (antigo IBMEC), além de estacionamento e uma loja
locada ao Banco Itaú, em cerca de 31.000 m2 de construção. Localizado à
Av. Helio Pelegrino, em São Paulo, abriga uma das mais modernas
instituições de ensino na área de negócios e economia do país.
O vendedor do imóvel, Grupo BFRE, garantiu ao fundo rentabilidade
mínima de R$ 8,30 por cota até 12 meses após o habite-se da expansão que
está sendo realizada no empreendimento, cuja conclusão está prevista
para maio de 2012.
FII CONTINENTAL SQUARE FARIA LIMA
Administrado
pela BR Capital, este fundo é proprietário de parte do empreendimento
multiuso conhecido como Continental Square Faria Lima (75% do Hotel
Caesar Park e 18 conjuntos de escritórios da Torre Comercial),
localizado no bairro da Vila Olímpia em São Paulo e construído pela
INPAR.
O Fundo distribui o resultado apurado na exploração de seu patrimônio a seus cotistas mensalmente.
CSHG BRASIL SHOPPING FII
Administrado pelo Credit
Suisse Hedging-Griffo, este fundo imobiliário tem como objetivo comprar
participações em vários shopping centers.
Lançado em novembro de 2006, o fundo em 31 de março de 2012 era
proprietário de 30% do Shopping Plaza Sul, em São Paulo, 29% do Tivoli
Shopping, em Santa Bárbara do Oeste, interior de São Paulo, 36,56% do
Shopping Center Penha, no bairro de mesmo nome na capital paulista,
10,91% do Shopping Parque Dom Pedro, maior shopping da América Latina,
localizado na cidade de Campinas-SP – via cotas de FII, 16% do Via
Parque Shopping localizado na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro– via cotas
de FII e 50 CRIs do Shopping Goiabeiras, além de 20% do Mooca Plaza
Shopping, no bairro de mesmo nome na capital paulista, que se encontra
em fase de aquisição.
CSHG DESNEVOLVIMENTO DE SHOPPINGS POPULARES FII
Administrado
pelo Credit Suisse Hedging-Griffo, este fundo imobiliário tem como
objetivo comprar participações de shoppings centers em fase de
desenvolvimento (construção). Com os recursos da primeira Oferta, o
Fundo adquiriu da Brookfield um shopping center em desenvolvimento na
região de Santo André-SP, com entrega prevista para abril de 2013. O
Shopping terá cerca de 28.500m² de ABL, 11 lojas âncoras, praça de
alimentação e 7 salas de cinema.
A segunda Oferta do Fundo, prevista para Agosto de 2012, terá o intuito de continuar o processo de aquisições.
CSHG JHSF PRIME OFFICES FII
O fundo é
proprietário de 100% dos Edifícios Metropolitan e Platinum Offices
localizados no bairro do Itaim, em São Paulo. O Metropolitam tem 10.200
m2 de área privativa distribuídos em 18 andares de escritórios, além de
duas lojas locadas ao Restaurante Parigi e à Enoteca Fasano; o Platinum
Offices, por sua vez, possui 11 pavimentos encerrando 2.450m2 de área
privativa.
Administrado pela CSHG, e tendo como administrador a empresa CAES, do
grupo JHSF, o Fundo tem realizado distribuição de rendimentos
mensalmente a seus cotistas e conta com a garantia de rentabilidade
mínima que se encerra por volta de abril de 2012.
CSHG LOGÍSTICA FII
O CSHG Logística FII foi
criado com o objetivo de auferir rendimentos mensais aos seus cotistas
por meio de investimentos, e consequente exploração comercial, de
empreendimentos imobiliários voltados primordialmente para operações
logísticas e industriais e outros ativos conforme definido em sua
política de investimento.
O fundo detém aproximadamente 300.000 m² de área real privativa,
dentre os 2 imóveis localizados na cidades de São Paulo, 1 imóvel em
Cotia –SP, 6 imóveis em Atibaia – SP, 4 imóveis em Horlândia-SP e 35% de
um condomínio industriam em Joinville-SC.
Os locatários dos imóveis são grandes empresas e multinacionais como
IBM, British Telecom, as alemãs Bosch Rexroth, DHL Express e DHL
Logistics e a suíça Firmenich.
CSHG REAL ESTATE FII
O CSHG Real Estate de
Investimento Imobiliário investe, preferencialmente, em escritórios de
alto padrão para locação. Foi lançado em 2007 e atualmente conta com
mais de 147 imóveis em 25 empreendimentos diferentes, totalizando 87 mil
m². O fundo é administrado pela Credit Suisse Hedging-Griffo que exerce
uma gestão ativa, comprando e vendendo imóveis da carteira do fundo de
acordo com as oportunidades a fim de maximizar a rentabilidade do fundo.
O fundo detém participação em 131.400 m² de área privativa e um total
de 82 contratos de locação. Dentre os locatários, estão: PepsiCo.,
Procter&Gamble, Anhanguera, JHSF, Telefônica, Contax, dentre outros.
CSHG RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS BC FII
O fundo CSHG
Recebíveis Imobiliários BC FII foi criado com o objetivo de proporcionar
aos investidores rentabilidade equivalente ao CDI bruto, através de
investimentos em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI),
preponderantemente comerciais.
O Fundo encerrou o mês de março com 15 ativos na carteira, sendo 10
CRI comerciais (totalizando R$ 49,5 milhões), 4 CRI residenciais
(totalizando R$ 36,7 milhões) e 1 LCI (totalizando R$ 20,1 milhões).
FII ED. ALMIRANTE BARROSO
Administrado pelo Banco
Ourinvest, este fundo marcou a entrada dos bancos de varejo no segmento
de Fundos Imobiliários. Em 2003, a Caixa Econômica Federal – CEF vendeu
aos seus clientes, através deste fundo, o prédio onde funciona sua sede
na cidade do Rio de Janeiro, ocupando um quarteirão inteiro na Av.
Almirante Barroso, no Centro.
O Almirante Barroso tem uma distribuição mensal de rendimentos
regular, fruto de um contrato de locação de longo prazo, que só deve ter
qualquer alteração caso se façam necessárias despesas de manutenção
e/ou modernização que sejam de competência do proprietário; no caso, o
Fundo.
FII EDIFÍCIO OURINVEST
Situado na Av. Paulista,
em São Paulo, este empreendimento foi construído na década de 80 pela
JHS. O Fundo é proprietário de 7 andares ( 1º, 2º, 3º, 10º, 11º, 13º e
14º), todos locados para empresas do Grupo OURINVEST. A administração do
Fundo é da Oliveira Trust DTVM.
FII EUROPAR
Em funcionamento desde 2003, o EUROPAR foi o primeiro a ter suas cotas negociadas na BOVESPA.
O Fundo possui seu patrimônio de imóveis situados em duas cidades,
Rio de Janeiro e São Paulo, e locados para inquilinos
diferentes. Administrado pelo Banco BANIF, o EUROPAR distribui
rendimentos mensalmente aos seus cotistas. O valor distribuído tem sido
linear nos últimos anos já que é resultado do valor recebido pela
locação dos imóveis.
FII EXCELLENCE
O FII EXCELLENCE investe em
empreendimentos imobiliários, por meio da aquisição de certificados de
recebíveis imobiliários (CRI), letras hipotecárias (LH), Letras de
crédito imobiliário (LCI) ou de direitos a eles relativos, buscando
rentabilidade anual de 105% do CDI.
A carteira do Fundo em março de 2012 era composta 34 CRIs e pela sua
característica, e dos ativos que compõem o seu portfólio, o fundo não
apresenta rentabilidade mensal linear, porém, tem conseguido no
acumulado dos últimos 12 meses superar seu objetivo.
FATOR VERITA FII
O objetivo do fundo é a
aquisição de ativos com lastro imobiliário, como CRI, LCI, LH, Quotas de
FII, Quotas de FIDC, Quotas de FI RF e Debêntures, facilitando o
investimento nestes Ativos por investidores não qualificados. O
Benchmark do Fundo é IGPM+ 6% a.a.
FLORIPA SHOPPING FII
O FII Floripa Shopping tem
por objeto a aquisição de 38% do empreendimento imobiliário
Florianópolis Shopping Center, integralmente finalizado e operacional,
para exploração comercial por meio de locação ou arrendamento, situado
na Rodovia Virgílio Várzea, nº 587, área 2, no Saco Grande, distrito de
Santo Antônio de Lisboa, Município de Florianópolis, Estado de Santa
Catarina.
O Floripa Shopping Center conta com 27.757,8 m² de ABL e até
fevereiro de 2012 havia 142 lojas locadas, com vacância de 2,81%. O
empreendimento está em fase de maturação, e vem apresentando desempenho
financeiro crescente. A Plenaventura Participações S.A, uma das
empreendedoras do Shopping, garantiu rentabilidade mínima aos cotistas
de 0,88%a.amaté outubro.
FII GRAND PLAZA SHOPPING
O FII é proprietário do
edifício comercial Grand Plaza, do Grand Plaza Shopping e do antigo JK
Shopping (incorporado pelo Grand Plaza). Todos os imóveis estão situados
na cidade de Santo André – SP, compartilhando-se da área comum e do
estacionamento.
O empreendimento Gran Plaza Shopping se encontra em fase de expansão,
com término das obras previsto para outubro de 2012. A expansão
adicionará ao Shopping 14.822,51m² de ABL, distribuídos em 117 lojas,
além de 675 novas vagas de estacionamento.
FII GWI CONDOMÍNIOS LOGÍSTICOS
O objetivo do
fundo é a aquisição de terrenos, imóveis industriais e comerciais de
alto padrão ou de direitos a eles relativos, localizados em áreas
urbanas ou rurais, prontos ou em construção, ou ainda outros tipos de
imóveis com a finalidade de venda, locação ou arrendamento.
O Fundo possui um galpão logístico em Guarulhos localizado dentro da
área metropolitana da grande São Paulo, próximo às rodovias Presidente
Dutra, Ayrton Senna, Fernão Dias e do futuro trecho Norte do Rodoanel,
próximo ao Aeroporto Internacional de Cumbica. Com terreno de 105.887 m²
e área construída de 61.000 m² o Galpão Global Cumbica está com 96% de
taxa de ocupação, dos 54.509 m² de ABL. O Fundo é destinado a
investidores qualificados.
FII HOSPITAL DA CRIANÇA
O fundo foi constituído
com o objetivo exclusivo de adquirir o imóvel, as benfeitorias e
instalações, onde funciona o Hospital da Criança, com vistas à sua
exploração através de locação ou arrendamento. O Hospital da Criança é
um hospital pediátrico em funcionamento desde 1998, construído pelo
Grupo NSL - Hospital Nossa Senhora de Lourdes.
Em fevereiro de 2012 o Grupo D´Or comprou o Grupo NSL, o qual se
encontrava em uma fase ruim, com alto endividamento. A transação cria
expectativas quanto a melhora da administração dos empreendimentos que
agora pertencem ao Grupo D´Or.
FII HOSPITAL NOSSA SENHORA DE LOURDES
O Grupo NSL
vendeu ao fundo o imóvel onde funciona o Hospital Nossa Senhora de
Lourdes, empreendimento que hoje conta com cerca de 220 leitos e 15
salas de cirurgia, dentre outras instalações.
O Fundo distribui rendimento a seus cotistas mensalmente, fruto do contrato de locação com o Hospital Nossa Senhora de Lourdes.
FII HOTELMAXINVEST
O fundo Hotel Maxinvest tem
gestão ativa à procura de oportunidades no setor hoteleiro e, assim,
investe em vários imóveis tipo "condo-hotéis" para a exploração da renda
resultante da locação. O fundo, no entanto, já iniciou um ciclo de
desinvestimento, com o objetivo de realizar o lucro com venda dos
ativos, obtido em razão da valorização destas unidades hoteleiras, desde
a compra das mesmas pelo Fundo.
JS REAL ESTATE MULTIGESTÃO FII
O fundo tem por
objeto o investimento em empreendimentos imobiliários. Até 12 de março
de 2012, o Fundo não havia adquirido nenhum empreendimento imobiliário e
sua carteira era composta por cotas de FIIs (79%), CRIs (18%) e Fundo
DI (3%), totalizando um patrimônio líquido de aproximadamente R$ 62
milhões.
JS REAL ESTATE RENDA IMOBILIÁRIA FII
O fundo tem
por objeto o investimento em empreendimentos imobiliários, por meio da
aquisição de qualquer um dos ativos-alvo. Em 31 de março de 2012 a
carteira é composta por cotas de Fundo DI (83%) e CRI (17%).
Estão previstas para abril as assinaturas das escrituras de compra e
venda de dois imóveis comerciais localizados em São Paulo. Com isso, ao
menos metade do patrimônio do fundo estará alocada em ativos-alvo até o
final do mês. Outros imóveis já estão em fase de análise de documentação
ou fase final de negociação.
Como ativos-alvo, caracterizam-se imóveis já concluídos e com
habite-se, de preferência comerciais e próximos a grandes centros
urbanos, prioritariamente nas capitais e cidades acima de 500 mil
habitantes. Ativos que permitam atingir rentabilidade aos cotistas de
IGPM+ 6%a.a., considerando os rendimentos pagos e a valorização das
cotas em bolsa.
KINEA RENDA IMOBILIÁRIA FII
O Kinea é o primeiro
fundo do Grupo Itaú Unibanco. O Fundo iniciou com dois edifícios
comerciais localizados no centro da cidade do Rio de Janeiro, um deles
na Rua do Lavradio, 132 locado à Caixa Econômica Federal, tendo quase
16.000 m2 de área locável e 280 vagas de garagem. Já o outro se localiza
à Av. Gomes Freire, 471 e está alugado pelo Banco do Brasil, com área
locável de 5.169m2, sem vagas de garagem.
Hoje, o fundo conta com mais cinco empreendimentos no estado de São
Paulo. Dois estão localizados na capital paulistana, um no bairro
Pinheiros, com ABL de 6.230 m² e possuindo como inquilinos as empresas
Camargo Correia, American Airlines, Polenghi, entre outros, e o segundo
no bairro Itaim, com ABL de 3.198 m² e as empresas OHL, Yamaha e Vetor
Zero, entre os inquilinos. O terceiro imóvel está localizado na cidade
de Sumaré e possui apenas a Bravo Logística como inquilino dos 13.600m²
de ABL.
Além disso, o fundo ainda conta com um Centro Logístico na cidade de
Jundiaí, locado para a Foxconn, e no final de julho foi concluída
a aquisição do edifício Botafogo Trade Center, localizado no Rio de
Janeiro.
MAIS SHOPPING LARGO 13 FII
Proprietário
de 40% do Mais Shopping largo 13, o fundo é administrado pelo Banco
Bradesco. O shopping possui 16.000 m2 de área locável, distribuídos por
cerca de 300 lojas, sete salas de cinema e estacionamento. Está voltado
para um público que chega predominantemente a pé, já que se situa no
Largo 13, no bairro de Santo Amaro, em São Paulo, num ponto de grande
circulação de pessoas, por estar ao lado de um Poupatempo que atende
cerca de 12.000 pessoas/dia, uma estação do Metrô e um terminal de
ônibus, que abriga 77 pontos de linhas da cidade mais 16 operações
intermunicipais, além de ser de uma unidade da Universidade Uninove.
O Fundo distribui mensalmente aos seus cotistas a remuneração
proporcional em função do resultado da exploração do empreendimento. A
receita é proveniente da locação das lojas e outros espaços.
FII MAX RETAIL
O objetivo do FII Max Retail é o
investimento em empreendimentos imobiliários, por meio da aquisição de
imóveis comerciais destinados à exploração do segmento varejista,
prontos ou em construção, ou outros tipos de imóveis em que poderão ser
desenvolvidos empreendimentos comerciais. Esses empreendimentos devem
estar localizados em grandes centros comerciais, shopping centers,
avenidas ou ruas de grande movimento (“Imóveis-Alvo”), com a finalidade
de venda, locação, arrendamento ou exploração do direito de superfície
das unidades comerciais.
Administrado pela Brazilian Mortgages, este fundo atualmente é
proprietário de 6 imóveis locados para as Lojas Americanas espalhadas
pelo país (Vitória-ES, Belém-PA, Maceió-AL, Nilópolis-RJ, Taquatinga e
Brasília no Distrito Federal) além de uma loja em João Pessoa-PB alugada
para o Bom Preço e outra locada ao Carrefour em Manaus-AM. O patrimônio
do Fundo abrange 63.446,73m²
MAXI RENDA FII
O fundo tem por objetivo a
aplicação preponderante em CRI, podendo ainda, investir em LCI, LH e
Cotas de Fundos de Investimento Imobiliário. O Benchmark do Fundo é
superar a rentabilidade da Nota do Tesouro Nacional, série C – NTN-C,
tendo como referência a NTN-C em cada data de cálculo, mais próximo de 6
anos.
Os CRIs poderão ser de ativos performados ou não, lastreados em
recebíveis de imóveis comerciais, residenciais, industriais, shopping
center, loteamentos e outros.
FII MERCANTIL DO BRASIL
O Fundo de Investimento
Imobiliário Mercantil do Brasil tem como objetivo a aquisição dos
seguintes imóveis: Edifício Sede do Banco Mercantil do Brasil, Complexo
da Tecnologia e Agência Bancária, que irão compor o empreendimento, para
a posterior exploração comercial através de locação ao Banco Mercantil.
FII PARQUE DOMPEDRO SHOPPINGCENTER
O fundo
Imobiliário Parque Dom Pedro Shopping Center possui 15% do
empreendimento designado Shopping Parque Dom Pedro, integralmente
finalizado e destinado a exploração comercial por meio da locação de
suas atuais 404 lojas, sendo 31 âncoras. O Fundo é administrado pela
BrazilianMortgages.
FII PRESIDENTE VARGAS
O fundo adquiriu dois
edifícios da década de 70 situados na Av. Pres. Vargas, na zona central
da Cidade do Rio de Janeiro e os retrofitou, sendo que um deles, o TORRE
VARGAS 914, alcançou a certificação Green Building, nível Gold e está
locado para a OI (Telemar Norte Leste), além de uma loja no térreo
alugada para o Banco Santander.
O outro edifício, TORRE BOA VISTA, foi alugado para a ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil).
POLO FII RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS I
O fundo tem
por objetivo constituir uma carteira composta, preferencialmente, por
CRIs, Cotas de FII, LCI e LH. A gestão da carteira é realizada pela Polo
Capital e a Administração pelo Citibank.
RB CAPITAL AGRE FII
O RB Capital Agre tem por
objeto investir, indiretamente, em um portfólio diversificado de
empreendimentos imobiliários residenciais predefinidos, localizados em
diferentes regiões do Brasil, e com isso proporcionar ganhos aos seus
cotistas, em um prazo de até 3 anos. O patrimônio do fundo está dividido
em duas classes de cotas, uma sênior, que tem preferência no
recebimento de rendimentos e amortização de principal, e outra
subordinada.
O fundo captou R$ 55 milhões em cotas seniores, e R$ 13,75 milhões em cotas subordinadas.
RB CAPITAL GS SULACAP FII
O Fundo tem por
objetivo adquirir participação equivalente a 44% do Parque Shopping
Sulacap, empreendimento localizado no Rio de Janeiro. A General Shopping
Brasil (GSB) é titular de 51% do Empreendimento, e a participação
remanescente é detida por um investidor minoritário.
Durante o período de construção do Empreendimento, estimado em 24
meses a partir da integralização do FII, a GSB será responsável por
pagamento mensal ao Fundo a título de “Prêmio de Locação”, que
representará uma remuneração de 85% (oitenta e cinco por cento) do CDI
sobre o volume da oferta. Após o término das obras, durante os três
primeiros anos de operação do empreendimento (período de maturação), a
GSB continuará arcando com o Pagamento do Prêmio de Locação ao FII, caso
a rentabilidade mensal auferida com a performance do shopping seja
inferior a 85% do CDI.
RB CAPITAL DESENV. RES. II FII
Investimento em
projetos de incorporação residencial de diversos incorporadores de
primeira linha com atuação em todo território nacional e direcionados a
todas as faixas de renda (com foco na baixa e média renda), de acordo
com os critérios de elegibilidade do fundo.
Trata-se do primeiro fundo imobiliário com caráter discricionário
(sem portfólio pré-definido) voltado para participação em projetos de
incorporação residencial, cujas quotas foram distribuídas sob regime de
oferta pública para mais de 195 investidores, em sua maioria Pessoas
Físicas.
RB CAPITAL PRIME REALTY I FII
O RB Capital Prime
Realty I é um fundo imobiliário cujo objetivo é investir em
incorporações imobiliárias residenciais, ou seja, o fundo entra como
sócio de empresas de propósito específico (SPE’s), que tem como objetivo
construir e vender imóveis residenciais.
Após todos os imóveis de cada SPE terem sido vendidos e o preço
recebido, seja por venda à vista ou antecipando seu fluxo de caixa, a
SPE se extingue. Por isso, os estruturadores do fundo estabeleceram, em
sua constituição, que o fundo se encerra em meados de 2014.
RB CAPITAL PRIME REALTY II FII
O fundo tem por
objeto preponderante investir, direta ou indiretamente, em um portfólio
diversificado de Empreendimentos Imobiliários residenciais e comerciais,
por meio da aquisição de ações de emissão do Veículo de Investimento, o
qual, por sua vez, tem por objeto participar das Sociedades.
Ao final de maio de 2012 a carteira do Fundo era composta por 12 empreendimentos imobiliários residenciais em desenvolvimento.
RB CAPITAL RENDA I FII
O RB Capital Renda I
investe seus recursos em empreendimentos imobiliários comerciais,
construídos e locados na modalidade “build-to-suit” para empresas
nacionais e multinacionais. O fundo busca proporcionar aos cotistas
retornos por meio da distribuição de rendimentos provenientes dos
valores de locação, e pela valorização dos imóveis do portfolio.
Atualmente tem em seu portfólio três centros de distribuição, um
armazém e três lojas: Centro de Distribuição em São José dos Pinhais
locado para AmBev, Centro de Distribuição em Guarulhos, Grande São Paulo
locado para Danfoss, Centro de Distribuição próximo a cidade de
Londrina, PR locado para Magazine Luiza, Armazém localizado em Ilhéus BA
locado para Barry Callebaut, Loja âncora de Shopping em São Paulo
locada para C&A, Loja localizada em Nova Iguaçu, na Grande Rio de
Janeiro locado para LojasLeader e Loja localizado em Contagem, MG locada
para TelhaNorte.
RB CAPITAL RENDA II FII
O fundo tem por objeto a
aquisição de bens imóveis não residenciais, bem como de quaisquer
direitos reais a eles relacionados, notadamente de empreendimentos
imobiliários construídos e locados preponderantemente na modalidade
“built-to-suit”, e outras formas de locação atípica, com geração de
renda para o fundo.
Adminsitrado pela Votorantim Asset Management DTVM, e tendo como
estruturador e gestor a RB Capital Realty, este fundo é proprietário de
quatro ativos imobiliários comerciais locados sob regime atípico para
duas empresas multinacionais (Ambev e Ampla - Grupo Endesa) e uma
nacional (União de Lojas Leader).
RENDA DE ESCRITÓRIOS FII
O fundo tem por objetivo
adquirir prédios, lajes e imóveis em geral destinados à atividade
comercial, além de se salas comerciais, vagas de garagem e direitos
sobre imóveis, podendo ainda investir em ativos mobiliários.
A carteira de ativos- alvo do Fundo é composta por 40 imóveis,
distribuídos entre 4 edifícios comerciais, todos de propriedade da PREVI
– Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil. Os
empreendimentos estão localizados na cidade de São Paulo (um), Salvador
(um) e Recife (dois). Com o total de recursos captado pelo Fundo até
agora, as aquisições de todos os ativos-alvo da carteira serão
realizadas até o final deste mês, abril/2012.
FII RIO BRAVO RENDA COPORATIVA
O fundo Rio Bravo
Renda Corporativa (anteriormente chamado Fundo Financial Center de
Investimento Imobiliário) captou, em agosto de 1999, recursos que foram
suficientes para adquirir seis andares (os três primeiros e os três
últimos) do Edifício JK Financial Center, um moderno edifício comercial
“triple A” construído pela CYRELA/BRAZIL REALTY, localizado na esquina
da Av. Juscelino Kubitschek com Rua Bandeira Paulista, em São Paulo.
Em Novembro de 2009, observando condições favoráveis do mercado sua
administradora, a Rio Bravo, efetuou uma mudança no foco de atuação do
fundo, que passou para uma gestão ativa com o objetivo de comprar e
vender imóveis de acordo com sua rentabilidade.
FII RIO NEGRO
O fundo é proprietário de duas
torres , de 13 andares cada, pertencentes ao empreendimento Centro
Administrativo Rio Negro, localizado em Alphaville – SP, além de um
deckpark com 744 vagas de estacionamento, 3 lojas comerciais e
depósitos.
O empreendimento é de alto padrão e possui certificado LEED, pela
aplicação do conceito de sustentabilidade em empreendimentos
imobiliários. Atualmente, o Fundo possui como locatários as empresas
Adidas, Banco VR, Campari ,Warner Bros, dentre outros.
FII SHOPPING PÁTIO HIGIENÓPOLIS (foto)
O fundo
foi lançado no final de 1999 e adquiriu 25% do condomínio que é
proprietário do Shopping Pátio Higienópolis, na cidade de São Paulo-SP. O
Empreendimento possui 305 lojas em 6 pisos, 1.800 vagas de
estacionamento, 6 cinemas e 1 teatro. Este foi o primeiro Fundo com
empreendimento destinado ao varejo.
FII THE ONE
O fundo de Investimento Imobiliário
The One busca aplicar os recursos obtidos no âmbito da Oferta Pública na
aquisição de até 06 (seis) lajes do Edifício The One, para exploração
comercial por meio de locação, arrendamento e/ou venda de partes a
terceiros para fins comerciais.
A Odebrecht Realizações Imobiliárias, por meio de sua controlada
Mesarthin Empreendimento Imobiliário S.A., desenvolveu o Edifício The
One, posicionado na região da Avenida Faria Lima.
FII TORRE ALMIRANTE
O FII Torre Almirante é um
fundo de investimento imobiliário que tem como lastro 40% da fração
ideal do imóvel comercial Edifício Torre Almirante, localizado na
Avenida Almirante Barroso, na cidade do Rio de Janeiro.
O prédio possui 36 andares e foi planejado e construído com a mais
alta tecnologia, sendo todos os andares locados para a Petrobras, além
de uma agência bancária da Caixa Econômica Federal. Este fundo é
especialmente destinado a investidores que desejam investir no mercado
imobiliário e obter rendimentos em longo prazo por meio da exploração
econômica de imóveis.
FII TORRE NORTE
A Torre Norte é a edificação
central - e também a maior - de um complexo de 3 torres que compõem o
empreendimento denominado CENU – Centro Empresarial Nações Unidas.
Localizado na Marginal Pinheiros, na região da Berrini, em São Paulo, o
empreendimento foi construído pelo consórcio Tishman Speyer Método, num
grandioso projeto concebido pelo escritório de arquitetura BOTTI RUBIN.
A Torre Norte, com 55.815 m² de área de locação, 34 andares e 5
subsolos, e que conta hoje com 27 inquilinos, teve como incorporador a
FUNCEF, fundo de pensão dos funcionários da Caixa Econômica Federal.
TRX REALTY LOGÍSTICA RENDA I FII
O fundo tem por
objeto a aquisição de imóveis de natureza comercial, construídos e
destinados à operação de armazéns logísticos e plantas industriais.
Atualmente, é proprietário de 5 imóveis, sendo 3 deles na cidade de
Vinhedo-SP, locados para as empresas MAGNA, CERATTI e ISCAR, um na
Pavuna-RJ locado para a empresa 2 ALIANÇAS e um Centro de Distribuição
locado à MAGAZINE LUIZA em Navegantes-SC.
FII VIA PARQUE SHOPPING
O fundo é detentor de
100% do empreendimento Via Parque Shopping, localizado na Barra da
Tijuca, Rio de Janeiro. O empreendimento possui 53.936,51 m2 de ABL
distribuídos em dois pisos, 233 lojas comerciais e 46 quiosques, 6 salas
de cinema, 1.800 vagas de estacionamento e praça de alimentação com
capacidade para 500 pessoas.
FII VILA OLÍMPIA CORPORATE
O fundo adquiriu com
os recursos da primeira Oferta seis lajes do empreendimento imobiliário
denominado Vila Olímpia Corporate, localizado na cidade de São Paulo-SP.
O ativo Triple A e com certificação LEED está em fase de construção,
com conclusão prevista para Julho de 2013.
O fundo firmou com a incorporadora Odebrecht um contrato de
rentabilidade mínima garantida, que oferece rentabilidade de 9%a.a. ao
Cotista, até 12 meses após a obtenção do habite-se.
FII WEST PLAZA
O FII Shopping West Plaza é
proprietário de 30% de um dos principais e mais tradicionais shoppings
da Zona Oeste de São Paulo, o West Plaza.
Inaugurado em 1991, este shopping tem 270 lojas, além de 2 cinemas,
com ABL total de 38.229 m². O fundo garante rentabilidade mínima de
0,833%a.m durante o período inicial de 48 meses, o qual se encerra no
final de 2012.
WM RB CAPITAL FII
O fundo possui duração de 12
anos, contados a partir da data de sua primeira integralização (
Julho/2007), e tem como objetivo a aquisição de ativos com lastro em
empreendimentos imobiliários, preponderantemente através de investimento
em CRIs e LCIs. Com a gestão ativa realizada pela RB Capital o Fundo
visa auferir receitas por meio dos rendimentos provenientes de sua
carteira.
XP GAIA LOTE I FII
O XP GAIA LOTE I é um fundo
constituído sob a forma de condomínio fechado, destinado à aplicação
preponderante em CRI. A carteira do Fundo será composta
preferencialmente por CRI, mas também será admitido o investimento em
LCI e LH. Dessa forma, por meio de uma gestão ativa, uma equipe
especializada irá monitorar os ativos do mercado e fazer a melhor
decisão para a carteira do Fundo, sendo este bem diversificado.
Constituído em dezembro de 2011, é um dos Fundos de maior liquidez no
mercado atualmente, com distribuição de rendimento de R$1,00 em março
de 2012 e rentabilidade anualizada de 9,30% a.a.
ESTATUTO DA CONFRARIA DE NEGÓCIOS: Sob a denominação de CONFRARIA DE NEGÓCIOS, fica constituída informalmente uma Confraria que terá como finalidade cultivar as relações entre pessoas interessadas em negócios, desenvolvendo em especial o espírito de amizade, confraternização e solidariedade! Teresópolis, RJ, 10 de Julho de 2010.
TOTAL DE VISUALIZAÇÕES
domingo, 23 de setembro de 2012
Trilha do Empreendedor - para abrir uma empresa brincando
23/09/2012
-
05h00
Criada pelo Sebrae paranaense e lançada em junho deste ano, a ferramenta está disponível para tablets e também no site do órgão, para apontar caminhos aos que querem planejar melhor o próprio negócio.
"No mundo corporativo ou na vida particular, as pessoas estão cada vez mais com dificuldades de tempo disponível", diz João Luís de Moura, 31, consultor do Sebrae-PR e um dos responsáveis por desenvolver o programa.
"Como uma de nossas funções é dar a orientação aos interessados em empreender, nós resolvemos desenvolver um aplicativo que ajudasse a fazer uma análise sobre o momento em que ele se encontra e o que precisa fazer para abrir uma empresa", explica.
Para acessar a ferramenta, é preciso preencher um cadastro e informar dados como nome, e-mail, CPF e situação profissional. Após se registrar gratuitamente, é possível escolher um avatar personalizado e iniciar a trilha.
Acesse aqui
Não há pontuação nem eliminação. Mesmo que o empreendedor não saiba uma resposta ou tenha dúvidas, ele recebe conselhos com ações a serem tomadas para iniciar um negócio e vai à etapa seguinte.
Moura explica que a escolha pelo aplicativo em vez de um "game" foi para que o internauta percebesse o seu grau atual de planejamento.
"A parte interativa também proporciona que se faça isso [aprender] de uma forma mais leve, amistosa."
Ele diz que em cada fase são analisados fatores muito importantes no começo de uma empresa. "Se o interessado tem ou não recurso financeiro disponível para investir, se ele conhece sobre o mercado em que vai atuar ou se já procurou informação sobre a legislação."
Segundo o Sebrae, desde o lançamento, o Trilha do Empreendedor teve 2.884 acessos e 2.081 downloads.
Fonte
Aplicativo faz interessado abrir empresa brincando
Brincar com o aplicativo Trilha do Empreendedor dá aos internautas, em cada uma de suas oito fases, algumas dicas de como abrir sua própria empresa.Criada pelo Sebrae paranaense e lançada em junho deste ano, a ferramenta está disponível para tablets e também no site do órgão, para apontar caminhos aos que querem planejar melhor o próprio negócio.
"No mundo corporativo ou na vida particular, as pessoas estão cada vez mais com dificuldades de tempo disponível", diz João Luís de Moura, 31, consultor do Sebrae-PR e um dos responsáveis por desenvolver o programa.
"Como uma de nossas funções é dar a orientação aos interessados em empreender, nós resolvemos desenvolver um aplicativo que ajudasse a fazer uma análise sobre o momento em que ele se encontra e o que precisa fazer para abrir uma empresa", explica.
Para acessar a ferramenta, é preciso preencher um cadastro e informar dados como nome, e-mail, CPF e situação profissional. Após se registrar gratuitamente, é possível escolher um avatar personalizado e iniciar a trilha.
Acesse aqui
Não há pontuação nem eliminação. Mesmo que o empreendedor não saiba uma resposta ou tenha dúvidas, ele recebe conselhos com ações a serem tomadas para iniciar um negócio e vai à etapa seguinte.
Moura explica que a escolha pelo aplicativo em vez de um "game" foi para que o internauta percebesse o seu grau atual de planejamento.
"A parte interativa também proporciona que se faça isso [aprender] de uma forma mais leve, amistosa."
Ele diz que em cada fase são analisados fatores muito importantes no começo de uma empresa. "Se o interessado tem ou não recurso financeiro disponível para investir, se ele conhece sobre o mercado em que vai atuar ou se já procurou informação sobre a legislação."
Segundo o Sebrae, desde o lançamento, o Trilha do Empreendedor teve 2.884 acessos e 2.081 downloads.
Fonte
sábado, 22 de setembro de 2012
Relação entre cotações das ações MLFT4 e IGTA3 - uma visão gráfica
Embora a Jereissati Participações S.A.( MLFT3 ; MLFT4 ) tenha participações diretas e indiretas na Iguatemi (IGTA3) , Oi ( OIR3 ; OIBR4 ) , e Contax ( CTAX3 ; CTAX4 ), as suas cotações tem estado mais atreladas às cotações da Iguatemi !
Isto pode ser observado de forma gráfica, plotando-se diariamente os percentuais entre as cotações da MLFT4 (mais líquida) e IGTA3 desde a abertura de capital da Iguatemi, em 07/02/2007 , conforme a seguir:
Nesta visão, pode-se identificar alguns pontos relativos de mínimo desta relação MLFT4/IGTA3 e que poderiam ser classificados como pontos em que as cotações da MLFT4 se apresentam relativamente baratas em relação às cotações de IGTA3, conforme assinalado no gráfico acima.
Observando o gráfico de cotações de IGTA3 sobreposto ao de MLFT4, veremos estes mesmos pontos no gráfico abaixo, mostrando que efetivamente foram em geral boas sinalizações para compra de MLFT4, embora algumas foram excepcionais.
Observando o gráfico de cotações de MLFT4 sobreposto ao de IGTA3, veremos estes mesmos pontos no gráfico abaixo, mostrando mais claramente que efetivamente foram em geral boas sinalizações para compra de MLFT4, embora algumas foram excepcionais.
Então, é de se esperar para breve uma reação positiva da MLFT4, ou uma queda de IGTA3 !
Ou não, pois o passado pode não se repetir!
Isto pode ser observado de forma gráfica, plotando-se diariamente os percentuais entre as cotações da MLFT4 (mais líquida) e IGTA3 desde a abertura de capital da Iguatemi, em 07/02/2007 , conforme a seguir:
Nesta visão, pode-se identificar alguns pontos relativos de mínimo desta relação MLFT4/IGTA3 e que poderiam ser classificados como pontos em que as cotações da MLFT4 se apresentam relativamente baratas em relação às cotações de IGTA3, conforme assinalado no gráfico acima.
Observando o gráfico de cotações de IGTA3 sobreposto ao de MLFT4, veremos estes mesmos pontos no gráfico abaixo, mostrando que efetivamente foram em geral boas sinalizações para compra de MLFT4, embora algumas foram excepcionais.
Observando o gráfico de cotações de MLFT4 sobreposto ao de IGTA3, veremos estes mesmos pontos no gráfico abaixo, mostrando mais claramente que efetivamente foram em geral boas sinalizações para compra de MLFT4, embora algumas foram excepcionais.
Então, é de se esperar para breve uma reação positiva da MLFT4, ou uma queda de IGTA3 !
Ou não, pois o passado pode não se repetir!
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
Empresas de Exploração de Imóveis - O que observar sobre ROE e VP na comparação no setor? O caso Iguatemi (IESC)
Muito cuidado com ROEs publicados em empresas de
exploração de imóveis, pois se são relativos a períodos que só tem
lucros de locação não podem mesmo ser elevados, principalmente se muitos
investimentos ainda não estão operacionais. ROEs elevados em empresas
de exploração de imóveis só em períodos em que tem lucros de vendas de
imóveis acrescidas aos das locações. Veja o ROE do 3º tri da IGTA3
quando ela publicar, como será bem maior que os 10% atuais (pois vendeu o
Shopping Boulevard Iguatemi Rio - veja estimativa do lucro em: http://confrariadenegocios.blogspot.com.br/2012/09/iguatemi-igta3-tem-lucro-expressivo-na.html
)! Pode acontecer também do ROE ser alto quando a empresa atualiza a
valor de mercado o valor de suas propriedades para investimentos e
contabiliza a diferença como lucro, mesmo sem vender as propriedades (prática de algumas empresas e não todas, e que deve ser levado em conta na comparação do setor)!
Muito cuidado com os VPAs publicados em empresas de exploração de imóveis, principalmente em empresas que estão em fase de investimento de implantação que contabilizam o VPA pelo custo (prática de algumas empresas e não todas, e que deve ser levado em conta na comparação do setor, conforme observado no parágrafo acima , e que distorce as comparações do setor sobre a relação P/VP)! Se eu te disser que o P/VP da IGTA3 pode ser bem menor que os 2,38 atuais você acredita? Não ! Pois é !
Nas notas explicativas da Iguatemi do 2º trí está mencionado:
http://iguatemi.infoinvest.com.br/ptb/1415/1343695887_409707156.pdf
9. PROPRIEDADES PARA INVESTIMENTO
em 30.06.2012 = R$ 1.986.800.000
................
"A Companhia contrata anualmente peritos especializados e independentes para estimar o valor justo das propriedades para investimento. Com base na estimativa efetuada em 31 de dezembro de 2011 a Companhia revisa periodicamente o valor justo das propriedades para investimento, em 30 de junho de 2012 é como segue:"
..........................Shoppings em operação | Shoppings anunciados | Total
Participação da Companhia R$ 4.214.000.000 | R$ 571.000.000 | R$ 4.785.000.000
"O valor justo das propriedades para investimento é estimado anualmente por peritos especializados e independentes, que adotaram os métodos preceituados pelo The Royal Institution of Chartered Surveyors - R.I.C.S. do Reino Unido da Grã-Bretanha e pelo Appraisal Institute dos Estados Unidos, os quais são internacionalmente utilizados e reconhecidos para casos de avaliação e demais análises. Tais métodos foram utilizados em conjunto com a Norma preceituada pela NBR nº 14.653/04 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
O valor justo para os shoppings anunciados ainda não em operação foi estimado pela Companhia nos mesmos critérios utilizados pela CB Richard Ellis.
Todos os cálculos são baseados na análise das qualificações físicas das propriedades em estudo e das informações diversas levantadas no mercado, que são tratadas adequadamente para serem utilizadas na determinação dos empreendimentos.
Não foram incluídos nos cálculos as potenciais expansões, as permutas de terrenos e os projetos não anunciados (mesmo quando constantes do guidance).
As seguintes premissas foram utilizadas para avaliação:
Taxa de desconto 9% - 10,5%a.a.
Taxa de crescimento real na perpetuidade 2% - 2,5%a.a.
Com base no valor justo das propriedades para investimento, a Administração concluiu que não há indicativo de desvalorização do ativo que requer a redução ao valor recuperável."
Consideração sobre o patrimônio oculto:
Portanto, a diferença entre R$ 4.785.000.000 - R$ 1.986.800.000 , que resulta R$ 2.798.200.000 , é simplesmente patrimônio oculto, não contabilizado!
Somente considerando os shoppings em operação a diferença seria R$ 4.214.000.000 - R$ 1.986.800.000, que resulta R$ 2.227.200.000 , é simplesmente patrimônio oculto já em operação, não contabilizado!
Como o patrimônio líquido contabilizado atual é de R$ 1.642.011.000, o patrimônio líquido acrescido do patrimônio oculto resulta R$ 3.869.211.000 (= 2,36 x VP contabilizado) considerando só os shoppings em operação e R$ 4.440.211.000 (= 2,70 x o VP contabilizado) considerando também os shoppings anunciados.
Como o P/VP atual é de 2,38, se atualizarmos o VP o P/VP passa a 2,38/2,36 = 1,01 considerando os shoppings existentes e 2,38/2,70 = 0,88 considerando também os shoppings anunciados.
Cabe lembrar que os shoppings anunciados contemplados não são todos os shoppings que a empresa espera ter até 2015 para atingir o guidance previsto.
Muito cuidado com os VPAs publicados em empresas de exploração de imóveis, principalmente em empresas que estão em fase de investimento de implantação que contabilizam o VPA pelo custo (prática de algumas empresas e não todas, e que deve ser levado em conta na comparação do setor, conforme observado no parágrafo acima , e que distorce as comparações do setor sobre a relação P/VP)! Se eu te disser que o P/VP da IGTA3 pode ser bem menor que os 2,38 atuais você acredita? Não ! Pois é !
Nas notas explicativas da Iguatemi do 2º trí está mencionado:
http://iguatemi.infoinvest.com.br/ptb/1415/1343695887_409707156.pdf
9. PROPRIEDADES PARA INVESTIMENTO
em 30.06.2012 = R$ 1.986.800.000
................
"A Companhia contrata anualmente peritos especializados e independentes para estimar o valor justo das propriedades para investimento. Com base na estimativa efetuada em 31 de dezembro de 2011 a Companhia revisa periodicamente o valor justo das propriedades para investimento, em 30 de junho de 2012 é como segue:"
..........................Shoppings em operação | Shoppings anunciados | Total
Participação da Companhia R$ 4.214.000.000 | R$ 571.000.000 | R$ 4.785.000.000
"O valor justo das propriedades para investimento é estimado anualmente por peritos especializados e independentes, que adotaram os métodos preceituados pelo The Royal Institution of Chartered Surveyors - R.I.C.S. do Reino Unido da Grã-Bretanha e pelo Appraisal Institute dos Estados Unidos, os quais são internacionalmente utilizados e reconhecidos para casos de avaliação e demais análises. Tais métodos foram utilizados em conjunto com a Norma preceituada pela NBR nº 14.653/04 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
O valor justo para os shoppings anunciados ainda não em operação foi estimado pela Companhia nos mesmos critérios utilizados pela CB Richard Ellis.
Todos os cálculos são baseados na análise das qualificações físicas das propriedades em estudo e das informações diversas levantadas no mercado, que são tratadas adequadamente para serem utilizadas na determinação dos empreendimentos.
Não foram incluídos nos cálculos as potenciais expansões, as permutas de terrenos e os projetos não anunciados (mesmo quando constantes do guidance).
As seguintes premissas foram utilizadas para avaliação:
Taxa de desconto 9% - 10,5%a.a.
Taxa de crescimento real na perpetuidade 2% - 2,5%a.a.
Com base no valor justo das propriedades para investimento, a Administração concluiu que não há indicativo de desvalorização do ativo que requer a redução ao valor recuperável."
Consideração sobre o patrimônio oculto:
Portanto, a diferença entre R$ 4.785.000.000 - R$ 1.986.800.000 , que resulta R$ 2.798.200.000 , é simplesmente patrimônio oculto, não contabilizado!
Somente considerando os shoppings em operação a diferença seria R$ 4.214.000.000 - R$ 1.986.800.000, que resulta R$ 2.227.200.000 , é simplesmente patrimônio oculto já em operação, não contabilizado!
Como o patrimônio líquido contabilizado atual é de R$ 1.642.011.000, o patrimônio líquido acrescido do patrimônio oculto resulta R$ 3.869.211.000 (= 2,36 x VP contabilizado) considerando só os shoppings em operação e R$ 4.440.211.000 (= 2,70 x o VP contabilizado) considerando também os shoppings anunciados.
Como o P/VP atual é de 2,38, se atualizarmos o VP o P/VP passa a 2,38/2,36 = 1,01 considerando os shoppings existentes e 2,38/2,70 = 0,88 considerando também os shoppings anunciados.
Cabe lembrar que os shoppings anunciados contemplados não são todos os shoppings que a empresa espera ter até 2015 para atingir o guidance previsto.
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
A influência da Iguatemi na Jereissati Participações numa conta de padeiro
Entreouvido na padaria :
- O pá, faça-me uma conta per favore ! Agora, depois da última divulgação da posição acionária, a quanto andam as ações da Iguatemi possuidas pela Jereissati Participações?
Ora pois, isto é fácil, ela tem comprado esta danada desde novembro/2011, mas segundo o último comunicado em 31/08/2012 tinha 45.189.048 ações IGTA3 (depois de 9 meses na ponta de compra, andou vendendo 154.999 ações IGTA3 em agosto/2012), o que equivale a 52,07% das IGTA3, podes conferir lá:
http://www.bmfbovespa.com.br/empresas/consbov/ArquivoComCabecalho.asp?motivo=&protocolo=351027&funcao=visualizar&site=B
Entonces com a cotação do fechamento de 12/09/2012, a R$ 48,91 resulta:
R$ 2.210.196.338,00
- E a quanto anda o valor de mercado da Jereissati ?
Ora pois, isto é fácil:
tomando as 578.115.845 ações preferenciais da Jereissati MLFT4 cotadas a R$ 1,50 do fechamento de 12/09/2012 resulta: R$ 867.173.768,00
e tomando as 385.822.906 ações ordinárias da Jereissati MLFT3 supondo pela iliquidez que as preferenciais valham 80% das ordinárias, o que resultaria R$ 1,875 para a cotação das MLFT3, resulta: R$ 723.417.949,00
finalmente somando tudo resultaria para o valor de mercado : R$ 1.590.591.716,00
- Nossa, tão menor assim, entonces os Jereissatis teriam que pagar a diferença para se livrar do restante de sua participações em telecomunicações (na OI e na Contax), cedendo-as para os nossos conterrâneos da Portugal Telecom, que são seus sócios nestas participações?
Ora pois, não faço a menor idéia, mas a diferença está bem alta, é só fazer a conta para obter:
R$ 619.604.621,00
- Será então que nossos conterrâneos pagaram muito pelos 35% das participações que adquiriram da Jereissati em Oi e Contax, passando a ser sócia de 35% da LF TEL e para isto investindo R$ 1.582,1 milhões , pois, pelo visto, nem os 65% restantes valem nada, pois a Jereissati Participações detém 79,37% da Jereissati Telecom, que tem esses 65% da LF TEL que não vale nada? Veja os detalhes desta transação em:
http://confrariadenegocios.blogspot.com.br/2011/02/jereissati-e-beneficiada-na-entrada-da.html
Ora pois, pode ter pago muito pelos 35%, mas alguma coisa os 65% restantes ainda valem. Acho que seria muito melhor se a Portugal Telecom tivesse comprado toda esta tal de Jereissati !
Para refletir: Riscos vs. Incertezas
"A idéia de que uma ação seja negociada abaixo do seu valor mínimo esperado em um cenário pessimista
pode parecer chocante, pela sua óbvia irracionalidade. No entanto, isto acontece com grande freqüência,
muitas vezes em função de uma análise equivocada dos reais riscos, e por uso inadequado de
ferramentas de valuation. Em uma situação econômica ruim, é comum observar analistas perpetuando
resultados historicamente fracos como sendo a condição normal de uma empresa, e chegando a uma
estimativa de valor muito abaixo do seu valor de liquidação, por exemplo."
Fonte:
ORBE INVESTIMENTOS
Relatório Trimestral - Junho/2012
Riscos vs. Incertezas
http://www.orbeinvestimentos.com/images/biblioteca/414.pdf
- O pá, faça-me uma conta per favore ! Agora, depois da última divulgação da posição acionária, a quanto andam as ações da Iguatemi possuidas pela Jereissati Participações?
Ora pois, isto é fácil, ela tem comprado esta danada desde novembro/2011, mas segundo o último comunicado em 31/08/2012 tinha 45.189.048 ações IGTA3 (depois de 9 meses na ponta de compra, andou vendendo 154.999 ações IGTA3 em agosto/2012), o que equivale a 52,07% das IGTA3, podes conferir lá:
http://www.bmfbovespa.com.br/empresas/consbov/ArquivoComCabecalho.asp?motivo=&protocolo=351027&funcao=visualizar&site=B
Entonces com a cotação do fechamento de 12/09/2012, a R$ 48,91 resulta:
R$ 2.210.196.338,00
- E a quanto anda o valor de mercado da Jereissati ?
Ora pois, isto é fácil:
tomando as 578.115.845 ações preferenciais da Jereissati MLFT4 cotadas a R$ 1,50 do fechamento de 12/09/2012 resulta: R$ 867.173.768,00
e tomando as 385.822.906 ações ordinárias da Jereissati MLFT3 supondo pela iliquidez que as preferenciais valham 80% das ordinárias, o que resultaria R$ 1,875 para a cotação das MLFT3, resulta: R$ 723.417.949,00
finalmente somando tudo resultaria para o valor de mercado : R$ 1.590.591.716,00
- Nossa, tão menor assim, entonces os Jereissatis teriam que pagar a diferença para se livrar do restante de sua participações em telecomunicações (na OI e na Contax), cedendo-as para os nossos conterrâneos da Portugal Telecom, que são seus sócios nestas participações?
Ora pois, não faço a menor idéia, mas a diferença está bem alta, é só fazer a conta para obter:
R$ 619.604.621,00
- Será então que nossos conterrâneos pagaram muito pelos 35% das participações que adquiriram da Jereissati em Oi e Contax, passando a ser sócia de 35% da LF TEL e para isto investindo R$ 1.582,1 milhões , pois, pelo visto, nem os 65% restantes valem nada, pois a Jereissati Participações detém 79,37% da Jereissati Telecom, que tem esses 65% da LF TEL que não vale nada? Veja os detalhes desta transação em:
http://confrariadenegocios.blogspot.com.br/2011/02/jereissati-e-beneficiada-na-entrada-da.html
Ora pois, pode ter pago muito pelos 35%, mas alguma coisa os 65% restantes ainda valem. Acho que seria muito melhor se a Portugal Telecom tivesse comprado toda esta tal de Jereissati !
Para refletir: Riscos vs. Incertezas
"A idéia de que uma ação seja negociada abaixo do seu valor mínimo esperado em um cenário pessimista
pode parecer chocante, pela sua óbvia irracionalidade. No entanto, isto acontece com grande freqüência,
muitas vezes em função de uma análise equivocada dos reais riscos, e por uso inadequado de
ferramentas de valuation. Em uma situação econômica ruim, é comum observar analistas perpetuando
resultados historicamente fracos como sendo a condição normal de uma empresa, e chegando a uma
estimativa de valor muito abaixo do seu valor de liquidação, por exemplo."
Fonte:
ORBE INVESTIMENTOS
Relatório Trimestral - Junho/2012
Riscos vs. Incertezas
http://www.orbeinvestimentos.com/images/biblioteca/414.pdf
Iguatemi (IGTA3) tem lucro expressivo na venda do Shopping Boulevard Iguatemi Rio
Lucro será lançado no resultado do 3º trimestre de 2012 da Iguatemi Empresa de Shopping Centers ( IGTA3 ) e refletirá nos lucros da sua controladora Jereissati Participações S.A. (MLFT3 MLFT4)
Olhando as notas explicativas da Iguatemi relativas ao 2º tri de 2012 deu para aquilitar o lucro da venda do Shopping Boulevard Iguatemi Rio !
"A movimentação das propriedades para investimento é como segue:
................Controladora Consolidado
Baixas (*) (18.262) - (40.030)
(*) Baixa referente participação 38,87% (controladora) e 68,87% (consolidado) da propriedade do Condomínio Civil do Shopping Center Iguatemi Rio conforme mencionado na nota explicativa nº 6, bem como, a baixa referente ao terreno de Votorantin.
6. OUTROS ATIVOS
............ .......................... Controladora Consolidado
Bens Mantidos para Negociação (*) 1.094 - 46.964
(*) Custo correspondente a 68,87% da fração ideal do Condomínio Civil Shopping Center Boulevard Rio Iguatemi, o qual em Maio de 2012 foi a anunciada a venda do referido shopping e de um terreno adjacente, avaliados por R$ 300.000 (valor correspondente a 100% do shopping e do terreno adjacente), para Ancar Ivanhoe Shopping Centers. A operação está aguardando a finalização dos trâmites legais e deverá ser reconhecida no resultado no próximo trimestre.
Como :
1 ) o valor da venda foi R$ 196.887.079,42
Fonte: http://www.bmfbovespa.com.br/empresas/consbov/ArquivoComCabecalho.asp?motivo=&protocolo=346738&funcao=visualizar&site=B
2 ) o custo foi de R$ 1.094.000,00 + R$ 46.964.000,00 = R$ 48.058.000,00
Então o lucro da operação para a Iguatemi foi de R$ 148.829.079,42 a ser lançado no resultado do 3º tri de 2012!
Para a controladora (Jereissati Participações S.A. MLFT3 MLFT4) deve vir 57,21 % disto, ou seja , o lucro da operação para a Jere foi de R$ 85.145.116,34 a ser também lançado no resultado do 3º tri de 2012!
Olhando as notas explicativas da Iguatemi relativas ao 2º tri de 2012 deu para aquilitar o lucro da venda do Shopping Boulevard Iguatemi Rio !
"A movimentação das propriedades para investimento é como segue:
................Controladora Consolidado
Baixas (*) (18.262) - (40.030)
(*) Baixa referente participação 38,87% (controladora) e 68,87% (consolidado) da propriedade do Condomínio Civil do Shopping Center Iguatemi Rio conforme mencionado na nota explicativa nº 6, bem como, a baixa referente ao terreno de Votorantin.
6. OUTROS ATIVOS
............ .......................... Controladora Consolidado
Bens Mantidos para Negociação (*) 1.094 - 46.964
(*) Custo correspondente a 68,87% da fração ideal do Condomínio Civil Shopping Center Boulevard Rio Iguatemi, o qual em Maio de 2012 foi a anunciada a venda do referido shopping e de um terreno adjacente, avaliados por R$ 300.000 (valor correspondente a 100% do shopping e do terreno adjacente), para Ancar Ivanhoe Shopping Centers. A operação está aguardando a finalização dos trâmites legais e deverá ser reconhecida no resultado no próximo trimestre.
Como :
1 ) o valor da venda foi R$ 196.887.079,42
Fonte: http://www.bmfbovespa.com.br/empresas/consbov/ArquivoComCabecalho.asp?motivo=&protocolo=346738&funcao=visualizar&site=B
2 ) o custo foi de R$ 1.094.000,00 + R$ 46.964.000,00 = R$ 48.058.000,00
Então o lucro da operação para a Iguatemi foi de R$ 148.829.079,42 a ser lançado no resultado do 3º tri de 2012!
Para a controladora (Jereissati Participações S.A. MLFT3 MLFT4) deve vir 57,21 % disto, ou seja , o lucro da operação para a Jere foi de R$ 85.145.116,34 a ser também lançado no resultado do 3º tri de 2012!
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
Family Offices - Gestão de Patrimônio - Assessoria Financeira Independente - Anbima quer regulação
Anbima quer regulação para assessoria independente
Wachsmann, da Bawm: "Falta de legislação facilita ingresso de novas empresas, mas será que todas estão preparadas?"
Hoje existem cerca de 50 empresas que prestam serviço de gestão de patrimônio no Brasil. As 20 maiores, que respondem por 80% desse mercado, detêm cerca de R$ 50 bilhões sob administração, segundo George Wachsmann, presidente do Comitê de Gestão de Patrimônio da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). "Com a consolidação bancária, as grandes instituições passaram a ter uma dificuldade de prestar atendimento personalizado aos clientes", afirma Washmann, que também é sócio da Bawm Investments, gestora de patrimônio que tem cerca de R$ 1 bilhão de recursos de terceiros. Na Bawm, o volume de ativos sob gestão cresceu 25% nos últimos 12 meses.
A participação das gestoras independentes representa cerca de 10% do mercado de gestão de fortunas brasileiro. Nos Estados Unidos, essa parcela está próxima de 40%, estima José Eduardo Martins, sócio da GPS, uma "multi-family office" que gere R$ 12 bilhões.
O segmento, no entanto, ainda não tem uma legislação específica, e a Anbima está discutindo com a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) a possibilidade de criar uma regulação específica para a atividade.
A Anbima já tem um código de melhores práticas, criado em 2010, que foi adotado por 28 gestoras de patrimônio.
Hoje os profissionais que atuam na área de gestão de patrimônio têm o certificado de administrador de carteira, regulado pela Instrução 306, ou têm habilitação para trabalhar como consultores de investimento, atividade sob a supervisão da Instrução 43. "A falta de uma legislação formal para a atividade de gestão de patrimônio facilita o ingresso de novas empresas. Mas será que todas estão preparadas?", questiona Wachsmann.
Com a consolidação bancária, muitos executivos saíram dessas instituições e montaram suas próprias butiques de investimento.
Para Wachsmann, a atuação do gestor de patrimônio é muito mais abrangente que o de um administrador de carteira ou consultor de investimento, envolvendo assessoria financeira, planejamento sucessório e tributário.
"Só a certificação não é garantia de que a empresa tem uma estrutura, equipe e processos adequados."
Em novembro de 2011, a CVM colocou em audiência pública a proposta da instrução que regulará a atuação dos administradores de carteira, em substituição à Instrução CVM 306/99, na qual pode estar inserida parte da atividade das family offices. A audiência pública foi encerrada e os comentários estão em fase de análise pela autarquia. "Acho que tem muito pouco prazo para que isso seja contemplado na alteração da Instrução 306", acredita Wachsmann.
As aberturas de capital das empresas brasileiras e as operações de fusões e aquisições no país contribuíram para aumentar o volume de recursos disponíveis para investimento.
Só em 2011, o país contabilizava 165 mil milionários, avanço de 6,2% em relação a 2010, a maior expansão entre os principais países do mundo.
O crescimento desse nicho de clientes tem chamado a atenção de bancos e butiques internacionais.
A Serficom, braço de family office do Banque Pasche focado em private banking e com sede em Genebra, abriu um escritório no Rio de Janeiro para atender clientes brasileiros.
No ano passado, o private banking suíço Julius Baer adquiriu 30% da GPS Participações. A empresa de assessoria financeira americana Evercore se associou, em 2010, à G5 Advisors. Para Martins, da GPS, o processo de consolidação desse mercado deve continuar. "Estamos sempre olhando oportunidades de fusão."
Além de vender apenas um serviço de assessoria financeira independente, essas gestoras oferecem aos investidores a possibilidade de aplicar em produtos mais sofisticados, que prometem um retorno maior que o das tradicionais aplicações em renda fixa.
A gestora G5 Evercore estuda lançar um fundo de venture capital de R$ 150 milhões para investir em empresas com faturamento de até R$ 250 milhões, que será distribuído para clientes da casa. "É um fundo para no máximo 20 investidores, que muitas vezes não conseguem ter acesso a um private equity", diz André Benchimol, responsável pela área de gestão de patrimônio da G5 Evercore, que administra recursos de 100 famílias.
Outras propostas em análise pela G5 Evercore, que também atua no segmento de "private equity", incluem investimentos no setor de energia, além de alocações pontuais de clientes em galpões de logística e lajes corporativas.
A GPS também avalia o investimentos em fundos de private equity e imobiliário para os clientes. Outras oportunidades destacadas por Martins, sócio da GPS, estão na área de crédito privado, como em fundos de recebíveis e papéis que oferecem isenção de Imposto de Renda, a exemplo das Letras de Crédito do Agronegócio (LCA). "Com a queda da Selic, os investidores terão que alocar mais em ativos de maior risco", diz Martins.
Já a gestora Claritas tem um Fundo de Investimento em Participação (FIP) com foco no setor florestal, voltado para a venda de madeira para o mercado de celulose, e estuda lançar outro portfólio para ser oferecido a clientes da gestora. "É um investimento de longo prazo, com retorno esperado de inflação mais taxa de 12% ao ano", afirma Ernesto Leme, responsável pela área de wealth management na Claritas, que conta com R$ 900 milhões, de 43 famílias, sob gestão.
Fonte:http://www.valor.com.br/financas/2803674/anbima-quer-regulacao-para-assessoria-independente
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